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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SOU CONTRA A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO


Como mãe, missionária, professora não posso aceitar a legalização do aborto. em meu país. Muito me indigna as pessoas que pensam que o aborto possa ser algo legal. Choro todas as vezes que leio ou fico sabendo dos casos de aborto e dos métodos utilizados para tal brutalidade contra inocentes. Se isto não me entristecesse tanto, não estaria aqui fazendo este apelo a vocês, não teria dedicado todo o mês de setembro em postagens sobre o assunto.

Veja alguns métodos utilizados para assasinar um inocente:

Envenenamento Salino (Injeção De Solução Hipertônica)
Extrai-se o líquido amniótico dentro da bolsa que protege o bebê. Introduz-se uma longa agulha através do abdómen da mãe, até a bolsa amniótica e injecta-se em seu lugar uma solução salina concentrada. Ao ingerir esta solução, é lhe causada (ao bebê) morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. Esta solução produz graves queimaduras na pele do bebê. Algumas horas mais tarde (32 horas), começa o “parto” e dá à luz um bebê morto ou moribundo, muitas vezes ainda com alguns movimentos.
Este método, se houver injeção acidental do líquido dentro dum vaso sanguíneo, pode levar ao choque e até à morte da mãe.
É um método realizado depois da 16ª semana (4 meses) de gestação.

Aspiração Por Vácuo
Utiliza-se um aparelho de aspiração que é utilizado juntamente com uma bomba, eléctrica ou hidráulica, bomba essa que proporciona uma pressão negativa (como um aspirador). Esta tem como objectivo recolher o líquido amniótico (líquido onde o feto “flutua” dentro do útero), o sangue, o embrião e os fragmentos de placenta.

Dilatação e Curetagem
Utiliza-se este método a partir do segundo mês de gestação. Consiste na introdução de uma cureta (objecto cortante em forma de colher), dentro do útero da paciente após esta ter sido alargada. Com isso, o abortista vai cortando o feto em pedaços e retira-os um a um de dentro do útero. A placenta deve também ser retirada e cortada. Em geral, a paciente é anestesiada localmente estando consciente durante o processo ainda que se encontre numa posição que não lhe permite observar a operação. Feito isto, o corpo do bebê é “montado” à parte para se verificar se não restou algum pedaço no útero da paciente.

Dilatação e Evacuação
A evacuação instrumental pode efectuar-se entre as 13 e as 20 semanas de gestação. Mediante este método, a fase de dilatação leva-se a cabo com a ajuda de produtos farmacêuticos e/ou laminárias. Seguidamente, requer-se a utilização de pinças a fim de puxarem o feto para o exterior, e um instrumento de sucção para aspirar o líquido amniótico e de um utensílio de raspagem para retirar a placenta e esvaziar completamente o útero.

Operação Cesariana (Hysterotomia)
Este método é exatamente igual a uma operação cesariana até que se corte o cordão umbilical, salvo que em vez de cuidar da criança extraída, deixa que ela morra. Assim esta operação tem como objetivo a morte do bebê e não a sua “salvação”.

Prostaglandinas
Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. A sua principal “complicação” é que às vezes o bebê sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente, para aumentar a eficácia foram usadas prostaglandinas juntamente com a pílula RU-486.

Pílula RU-486
Trata-se de uma pílula abortiva empregada juntamente com uma prostaglandina entre a primeira e terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida como pílula do “dia seguinte”. Age matando o bebê de fome, privando-o do hormônio progesterona que é lhe essencial. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.

Os Efeitos do Aborto
As mulheres não recebem toda a verdade sobre o procedimento do aborto. Quando elas perguntam “É doloroso?”, é-lhes dito “Não”, apesar de dores graves fazerem parte do processo. Quando elas perguntam, “É um bebé?”, é lhes dito “Não”. Muitas mulheres descobriram só DEPOIS do seu aborto que o seu bebê já tinha braços, pernas, e chupavam o dedinho, antes de serem abortados.
Os funcionários dos estabelecimentos recebem ordens de que nenhuma outra informação deve ser dada se lhes for perguntado. Por que é que nós não respeitamos as mulheres o suficiente para lhes dizer toda a verdade?
Nada é dito às mulheres sobre os efeitos prejudiciais psicológicos e físicos do aborto. O aborto NÃO é seguro. Muitas mulheres sofrem de Síndrome Pós-Aborto. Muitas lembram esta experiência com pesadelos sobre o bebé e até mesmo sofrimento pelo sofrimento da morte.


Efeitos Físicos
Esterilidade
Abortos espontâneos
Gravidez ectópica (gravidez fora do útero)
Hemorragias e Infecções
Choques e comas
Útero perfurado
Peritonite (inflamação duma membrana do abdómen)
Febre/Suor Frio
Dor intensa
Perda de órgãos do corpo
Choros descontrolados
Insónia
Perda de apetite
Perda ou aumento de peso
Exaustão
Nervosismo
Capacidade de trabalho diminuída
Vômitos
Distúrbios gastrointestinais

Efeitos Psicológicos
Sentimento de culpa
Impulsos suicidas
Pesar/Abandono
Arrependimento/Remorso
Perda da fé
Baixa auto-estima
Preocupação com a morte
Hostilidade/Raiva
Desespero/Desamparo
Desejo de lembrar da data de nascimento
Grande interesse em bebês
Frustração do instinto maternal
Desejo de terminar o relacionamento com o parceiro
Perda de interesse sexual/Frigidez
Incapacidade de se auto perdoar
Pesadelos
Tonturas e tremores
Sentimento de estar sendo explorada

Jesus falou assim:
Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçam, porque dos tais é o Reino dos céus. Mt 19.14

Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é necessário que venham os escândalos, mas ai daquele por quem o escândalo vem! Mt 18.7

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