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domingo, 15 de agosto de 2010

A VIDA DE PAULO - O APOSTOLO DOS GENTIOS


Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).
Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano.
Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28).
Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1). [1]


Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.
Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).
Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.



Foi no caminho de Damasco que se deu a repentina conversão. Paulo e seus companheiros provavelmente iam a cavalo, como era costume nas viagens pelos caminhos desertos da Galiléia para a antiga cidade. Estavam perto da cidade Era meio-dia, o sol ardente estava no seu zênite, At 26. 13. Repentinamente uma luz vinda do céu, mais brilhante que a luz do sol caiu sobre eles, derrubando-os. Todos se ergueram, continuando Paulo prostrado por terra, 9. 7. Ouviu-se então uma voz que dizia em língua hebraica: "Saulo, Saulo, porque me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão", 26. 14. Respondeu ele então: "Quem és tu Senhor?" Ele respondeu: "Eu sou Jesus a quem tu persegues, 15. Levanta-te e vai à cidade e aí se te dirá o que te convém fazer", 9. 6 - 22. 10. Os companheiros que o seguiam ouviam a voz sem nada ver, 9. 7, nem entender, 22. 9. Paulo sentiu-se cego pelo intenso clarão da luz, e foi conduzido pela mão dos companheiros. Entrou em Damasco, hospedando-se na casa de Judas, 9. 11, onde permaneceu três dias sem vista e sem comer, nem beber, orando, 9, 11, e meditando sobre a revelação que Deus lhe fizera.
Ao terceiro dia, o Senhor mandou a certo judeu convertido, chamado Ananias, que fosse ter com Paulo e impor-lhe as mãos para recobrar a vista. O Senhor garantiu a Ananias, o qual tinha receio de encontrar-se com o grande perseguidor, que este, quando em oração, já o tinha visto aproximar-se dele. Portanto, Ananias obedeceu. Paulo confessou a sua fé em Jesus, recobrou a vista, e recebeu o batismo; e daqui em diante, com a energia que o caracterizava, e com grande espanto dos judeus, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Cristo, Filho de Deus vivo, 9 10-22. Tal é a narrativa da conversão de Saulo de Tarso. [2]



Paulo começou, na sinagoga de Damasco, a dar testemunho de sua fé recém-encontrada. O tema de sua mensagem concernente a Jesus era: “Este é o Filho de Deus” (At 9:20). Mas Paulo tinha de aprender amargas lições antes que pudesse apresentar-se como líder cristão confiável e eficiente. Descobriu que as pessoas não se esquecem com facilidade; os erros do homem podem persegui-lo por um longo tempo, mesmo depois que ele os tenha abandonado. Muitos dos discípulos suspeitavam de Paulo, e seus ex-companheiros de perseguições o odiavam. Ele pregou por breve tempo em Damasco, foi-se para a Arábia e depois voltou para Damasco.

A segunda tentativa de Paulo de pregar em Damasco igualmente não teve bom resultado. Um ano ou dois haviam decorrido desde a sua conversão, mas os judeus se lembravam de como ele havia desertado de sua primeira missão em Damasco. O ódio contra ele inflamou-se de novo e “deliberaram entre si tirar-lhe a vida” (At 9:23). A dramática história da fuga de Paulo por sobre a muralha, num cesto, tem prendido a imaginação de muitos.


Em Antioquia, os gentios estavam sendo convertidos a Cristo. A Igreja em Jerusalém teve de decidir como cuidar desses novos crentes. Foi então que Barnabé se lembrou de Paulo e se dirigiu a Tarso à sua procura (At 11:25). Barnabé já tinha sido instrumento na apresentação de Paulo em Jerusalém, num esforço por afastar suspeita contra ele.

A esses dois homens foi confiada a tarefa de levar socorro à Judéia onde os seguidores de Jesus estavam passando fome. Quando Barnabé e Paulo voltaram a Antioquia, missão cumprida, trouxeram consigo o jovem João, apelidado Marcos, sobrinho de Barnabé (At 12:25).[1]


O apostolo Paulo realizou muitas viagens missionárias, por terra e pelo mar, praticamente todo o mundo conhecido naquela época foi visitado por ele. Sempre levando a Palavra de Deus com audácia e sabedoria. Não se intimidava pelas dificuldades, lutas, sofrimentos ou ameaças, mas, continuava sempre falando em Nome de Jesus. Paulo, por cinco vezes, recebeu uma quarenta de açoites menos um; três vezes foi fustigado com varas; e esteve em naufrágio por três vezes, entre outros perigos pela causa do evangelho.

Segundo testemunho de pais da igreja primitiva, foi decapitado em Roma, por ordem de Nero, durante a grande perseguição que se deu em 67 d.C. Fazia tempo que desejava partir e estar em Cristo, Fp 1.23. [3]

"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.
agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." 2Tim 4.7-8
Paulo de Tarso - o apóstolo dos gentios

Fonte dos textos :
[1]www.vivos.com.br,
[2]www.gesp.xpg.com.br/biografias/biopaulo_tarso.htm,
[3]BOYER, Pequena Enciclopédia Bíblica, Ed. Vida, 2006,página 468
Fonte ilustrações: Narrativas Bíblicas - SOCEP

quarta-feira, 10 de junho de 2009

PAULO - UM HOMEM DE AÇO

Esta foi uma das histórias da EBF que preparamos no ano de 2006. Texto Bíblico: Atos 21 a 28 Texto Áureo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.” II Tm 4.7
O versículo poderá ser escrito em 3 escudos.



Cântico:
Com Cristo no barco tudo vai muito bem
Vai muito bem, vai muito bem
Com Cristo no barco tudo vai muito bem
E passa o temporal,
passa o temporal (2x)
Com Cristo no barco tudo vai muito bem E passa o temporal,



Oficina: barco
Materiais – 1 caixa de leite (barco), 1 garrafa PET, 1 palito de churrasco(mastro do barco), 1 pano branco de 10cm x 15cm(vela do barco), 2 mL (± 20 gotas) de tinta guache(para colorir à água) ou papel crepom azul picado, 200mL de água.



Visuais para a história:
Barco
TNT azul
Cobra de dobradura
Nuvens de chuva
3 sulfites e 1 caneta
Correntes ou algemas de papel

Resumo da história bíblica de Paulo:
Paulo, apóstolo dos gentios, de perseguidor, passou a ser perseguido depois que teve um emocionante encontro com Jesus no caminho de Damasco. Daquele dia em diante o Senhor Jesus sempre esteve com Paulo e ele fez muitas viagens pelo mundo levando a Palavra de Deus, ensinando, curando e profetizando sempre em Nome de Jesus.
Paulo ganhou novos amigos, os cristãos. Ganhou também inimigos poderosos. Os judeus que antes eram seus amigos e que juntos perseguiam os cristãos, agora procuravam fazer de tudo para matar Paulo.
Um dia Paulo foi para Jerusalém. Porém, em Jerusalém era o lugar onde Paulo mais corria risco de ser preso. Lá os judeus eram muitos e fortes. Mas Paulo com coragem e confiança em Deus não temeu ir para lá. Paulo queria estar com os irmãos de Jerusalém e também pregar o evangelho.
Não demorou muito e os judeus ficaram sabendo que Paulo estava em Jerusalém! Viram Paulo no Templo cultuando. Então os líderes judeus fizeram um grande tumulto entre o povo, agarraram Paulo, gritavam acusando Paulo severamente, arrastaram-no para fora do Templo e queriam matá-lo naquele mesmo instante! Toda a cidade de Jerusalém ficou amotinada. Estava formado um grande tumulto.
Até que finalmente chegaram os oficiais romanos e tiraram, com muita dificuldade, Paulo do meio da multidão furiosa. Enquanto os oficiais carregavam Paulo para a fortaleza, a multidão ao redor gritava veementemente: Mata-o! Mata-o! O comandante vendo a fúria do povo achou prudente tirar Paulo de Jerusalém. Durante a noite o comandante montou uma escolta e levou Paulo para Cesaréia, onde ficou preso por dois anos.
Paulo depois deste tempo apela para César e é enviado à Roma. A viagem para Roma seria inesquecível, pois, como sempre o Senhor Jesus estaria com Paulo.
O navio navegava pelo Mar Mediterrâneo... Os ventos sopravam ao contrário e foram alcançados por uma terrível tempestade! Ficaram por muitos dias sem ver o sol e nem as estrelas. A tripulação lançou para fora toda a carga do navio e eles não tinham mais esperança de viver. Porém, Paulo estava no navio e ele confiava em Deus, sabia que deveria se fortalecer no Senhor e na força do Seu Poder (Ef 6.10). Na décima quarta noite pressentiram então que havia terra próxima. Paulo se levantou e mandou que todos os homens comessem porque as suas vidas dependeriam disto. Paulo e todos comeram pão. Os que sabiam nadar se jogaram no mar, os outros se agarraram em pedaços do navio e chegaram em terra firme. Chegaram na ilha de Malta.
Foram recebidos pelos habitantes da ilha com generosidade. Fizeram para eles uma fogueira, pois chovia e fazia frio e os naufragos precisavam se aquecer. Paulo juntou um monte de gravetos e quando os colocava no fogo uma víbora prendeu-se a sua mão e o picou. Todos ficaram olhando e esperando que ele caísse no chão, começasse a inchar e morresse! Mas,... não aconteceu nada! Paulo continuou vivo, orou pelos doentes da ilha e depois de três meses, passou por ali outro navio e eles continuaram a viagem para Roma. Ah! Lá em Roma Paulo também falou sobre Jesus.
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Você já falou com Deus hoje?

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